Resumo
Parece mito, mas seu corpo emite uma luz fraquíssima que seus olhos não veem. Ela surge como subproduto de reações químicas nas células.
Você não vê sua mão brilhar no escuro porque o sinal é fraco demais. Mas detectores sensíveis indicam que tecido vivo pode emitir baixos níveis de fótons.\n\nA origem costuma ser ligada à química dentro das células. Em reações de energia e oxidação, algumas moléculas ficam excitadas por instantes e, ao voltar, liberam um fóton.\n\nDetalhe surpreendente: não é aura mística, é a assinatura silenciosa da bioquímica. Em teoria, estresse, dano ou taxa metabólica podem mudar um pouco essa emissão.\n\nIsso importa porque sugere novas formas de medir a vida de modo gentil. Um dia, essa luz fraquíssima pode ser uma janela para cura, estresse oxidativo ou atividade celular sem métodos agressivos.